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AUTO-ESTIMA (ESTUDO PSICOLÓGICO)

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AUTO-ESTIMA (ESTUDO PSICOLÓGICO)

Mensagem por Admin em Qua Jan 26, 2011 4:18 pm

Se pensarmos numa primeira definição sobre à auto-estima, logo iremos nos debater com a primeira contradição; o fenômeno que estaria relacionado ao amor próprio do indivíduo, seu senso de capacidade pessoal e auto-respeito, está totalmente condicionado a opinião alheia, ou imagem externa acerca da pessoa; o que pensávamos ser um patrimônio exclusivamente íntimo, é visitado, revisitado e alterado constantemente. Ficamos mais atônitos ainda, quando observamos alguém com sucesso profissional ou material, mas que mostra uma debilidade comprometedora no âmbito afetivo. Mas como é possível alguém que se elevou tanto socialmente se desprezar sem nenhum senso de dignidade pessoal? A resposta é sempre muito simples, quando o assunto é a pessoalidade parece que estamos lidando com um acervo que nunca é concreto, por mais que o desejemos. É como se num primeiro momento tivéssemos a certeza de possuirmos um “tesouro próprio”, mas depois de um olhar cuidadoso sentir que há muito convivemos com a certeza de uma pobreza de nossa alma.



Na atualidade o sistema econômico tenta lucrar com dita problemática, levando ao incremento de uma auto-estima doentia ou competitiva; como exemplos, cito a estética ou culto desenfreado ao corpo, que representam uma tentativa de reafirmar um complexo de superioridade numa personalidade que nunca soube realmente encontrar seu valor próprio afora o gosto por se comparar. A certeza de algo íntimo e inviolável parece ser não apenas rara, mas também uma das coisas mais elitistas do ponto de vista psicológico. Quem detém tal privilégio? Talvez aqueles que reneguem a competição e que fazem um esforço para utilizarem suas habilidades não apenas para si próprios. O problema da manutenção de uma auto-estima é se deparar com os conflitos causados quase que diariamente pelo meio em que convivemos. Nosso temor ao ostracismo, solidão e abandono, nos leva a desistir facilmente de um ideal ou meta estabelecida.



Não há um terreno mais arenoso para a personalidade humana do que o lidar com a crítica. A mesma pode suprimir ou abafar o que realmente era um grande potencial da pessoa; por outro lado, sua ausência tolhe não apenas a criatividade, mas também a possibilidade de uma mudança concreta. Novamente neste ponto o modelo econômico reduz tal questão a elementos materiais ou estéticos. Alguns conseguem sobrepujar tal ditadura silenciosa mantendo um certo carisma pessoal, independentemente dos valores sancionados. A grande maioria opta por um narcisismo que nada mais é do que um disfarce de sua miserabilidade pessoal. Por mais teses que se discutam, a verdade é que todos aceitam o fato de que algo é somente importante quando se transforma num produto que possa ser explorado ou vendido. É o transporte pleno da questão econômica para o patamar psicológico.



Muitos têm a convicção de estarem realmente trabalhando para o incremento de sua auto-estima, quando na verdade estão corrompendo a mesma, pois apenas estão satisfazendo uma vontade criada socialmente de ser notada ou de destaque. A auto-estima não pode ser reduzida ao temor de ser excluído; infelizmente é exatamente neste ponto que se concentram todos os sacrifícios. A dualidade de nossa era molda pelo menos dois tipos distintos: o primeiro já citado que busca o narcisismo sancionado pela sociedade; o segundo acaba se tornando retraído ou quase que totalmente solitário, como um protesto pessoal contra a corrosão e hipocrisia nos relacionamentos. Mas como podemos medir ao menos de um modo rudimentar nossa auto-estima? A medição se centra em quatro áreas distintas:



· A crença de que possui um potencial próprio que jamais pode ser violado como disse acima, mesmo que a pessoa não tenha obtido determinada referência social de sucesso ou poder. Estes dois últimos estão mais para a “sorte”, do que a aferição do potencial do indivíduo. A auto-estima advém da capacidade de reter, aprender e elaborar determinado conteúdo, o tornando prático para as necessidades da pessoa.

· A relação da pessoa com o meio em que vive, como é permeada? Conflitos, cooperação, admiração, desinteresse, exclusão, sedução, inveja, competição, ódio; quais destes elementos prevalecem?

· Em relação à afetividade e sexualidade sente ser desejado, requisitado ou a atitude do meio é de total indiferença?

· A elaboração de um real sentido da vida da pessoa.



Obviamente este último tópico passa por questões um tanto filosóficas e até transcendentais, e embora nenhum colégio até hoje ouse ensinar ou refletir com a criança ou jovem o sentido de sua vida no contexto em que vive, salientando apenas as normas competitivas, ainda assim devemos insistir num lado que jamais trará lucro econômico, mas um regozijo pessoal por termos deixado algo na criança e jovem além das doentias “regras do mercado”.



A auto-estima diz muito mais da elaboração da frustração e rejeição do que correr ansiosamente atrás de uma aceitação social. Não será difícil deduzir que numa sociedade como a nossa a pessoa “feliz” é aquela que possui sempre algum tipo de ferramenta para o recomeço. É um tanto estranho que poucos percebam não apenas o sentido das coisas, mas a forma prática de estabelecer um campo pessoal de saúde psicológica. Como exemplo cito a patologia da depressão. Há anos tenho observado que uma neurose é controlada quando se ativa uma certa vergonha, raiva ou pudor interno do indivíduo perante sua condição. O prognóstico negativo da depressão é justamente quando tal fato não pode mais ser obtido, sendo que o sofrimento se transformou num tipo de “profissão”. O que estou tentando dizer é que os elementos sociais destrutivos, tipo a competição, poderiam ser canalizados do ponto de vista psicológico, como um tipo de vacina que em sua essência possui o veneno. Infelizmente nosso sistema não está nem um pouco preocupado com todo o exposto. O coletivo ou o pensar social é equacionado a derrocada ou miséria, pois o modelo vigente passa a fantasia do destaque na questão privada. Tornar-se herói ou vitorioso é a droga que nos dão desde o nascimento, e a hipocrisia social é um disfarce para que tal conceito continue sendo passado.



É importante neste ponto abrirmos uma discussão acerca do elogio. A psicologia tem reforçado a importância do mesmo na formação do ego e amor próprio da criança. Isto é indiscutível do ponto de vista constitucional da personalidade. Porém, o psicólogo um pouco mais atento já notou que na prática clínica as coisas se passam de modo diferente. A pedagogia sempre chamou a atenção para uma espécie de profecia autocumpridora do educador em relação aos alunos, assim sendo, quando o mesmo elogiava o potencial do educando observava uma melhora significativa no desempenho escolar, assim como o reverso acontecia; baixo desempenho quando não havia esse reforço. Embora novamente isto represente uma verdade, no âmbito psicológico a coisa funciona de forma muitas vezes inversa. O elogio ou reforço cria uma espécie de dívida entre as partes envolvidas; conseqüentemente se ativa um mecanismo altamente neurótico de competir perante a expectativa do outro; a conseqüência é o “gozo da contrariedade”, mesmo que tal jornada conduza a pessoa ao caos. Quantos psicólogos poderiam relatar o abandono da terapia por parte do paciente quando o mesmo efetuou determinado progresso. É incrível como quase todas as escolas de psicologia omitiram tão importante conclusão em suas bases teóricas e práticas. O elogio pode ser a ferramenta suprema para a sabotagem de um ser que não deseja a responsabilidade do crescimento. Quem duvida de tal conceito é só observar como determinados namoros ou casamentos terminam no que poderíamos constatar de auge da relação, sem nenhuma explicação mais contundente. Não se trata da propagandística mensagem do medo à felicidade, mas de um mecanismo interno de poder neurótico que visa coibir qualquer tipo de cooperação e troca. Mas o leitor mais insistente ainda pode indagar como um elogio pode despertar um incômodo da natureza citada? Mesmo que o reforço seja positivo, tal operação reforça constantemente a inveja, o que é mais curioso ainda, pois a pessoa está sendo elogiada e ainda assim mergulha neste sentimento sombrio; a perturbação é saber que o outro é capaz de reconhecer ou transmitir alegria e êxtase no contato humano, coisas extintas na pessoa que irá sabotar.



Em praticamente todos os meus *estudos reforcei a tese de que o objeto central da psicologia em nossa era, não poderia passar por uma questão acadêmica sobre se a psicanálise ou as teses de SIGNUND FREUD ainda permaneceriam ou não válidas, mas que o fundamental seria um projeto mental de profilaxia dos distúrbios neuróticos e a retomada de uma qualidade de vida perdida em nosso meio econômico e social. Seja a psicanálise, ou psicologia, todos irão falhar se não observarem as reais instâncias do sofrimento psicológico atual. Conseqüentemente qualquer projeto sério de psicologia deverá priorizar o grande vilão de nosso tempo, que é a solidão. Posso afirmar que são raríssimas as análises psíquicas sobre o tema. Além do mesmo remeter à esfera da essência da humanidade, como a questão do abandono e morte, sua implicação passa por praticamente toda a estrutura pessoal e coletiva do sujeito. A solidão não é apenas uma fonte de sofrimento, derrota ou sensação de fracasso de potencialidades individuais, afetivas e sexuais perante observadores externos; a essência de tal fenômeno tem a peculiaridade de apagar ou dissolver qualquer êxito ou realização externa que não pode ser testemunhada ou reforçada por determinada pessoa. Neste ponto, finalmente chegamos a conclusão do lugar certo do elogio. A solidão é a virose extrema que produzirá uma “septicemia” de todo o núcleo psicológico positivo da pessoa; é uma morte lenta e antecipada do desejo, assim como o incremento da sensação de expiração do tempo de vida. Logicamente não desejo pregar que a saída de tal dilema passa por uma apelação ou estabelecimento de um relacionamento qualquer, apenas quero enfatizar a importância da questão. Talvez o ditado: “antes só do que mal acompanhado”, seja uma das coisas mais sombrias que podemos refletir, pois as duas opções dizem do fracasso extremo, sendo que a primeira é apenas uma racionalização da mais pura insatisfação e infelicidade. Estar só é extremamente necessário do ponto de vista da reflexão pessoal e auto-análise de nosso comportamento ou conduta de vida. A doença advém no “ser só”, sendo um projeto neurótico em longo prazo de distanciamento do outro, pelo temor à frustração que um relacionamento possa acarretar.



As justificativas do projeto de solidão pessoal passam pelas histórias de fracasso ou sofrimento no âmbito afetivo ou sexual. A pessoa não deseja mais passar pelo fantasma da perda ou rejeição, ou ainda almeja a vingança dessa situação pretérita numa nova arena interpessoal. Será que apesar de tantos livros, teorias, filosofias orientais e coisas do gênero, não conseguimos captar o sofrimento que o apego nos impõe? Anteriormente assinalei que a solidão seria a prioridade para um projeto psicológico na área da saúde mental, mas devo ressaltar que o mesmo agrega outras questões. Se desejarmos realmente lidar com nossas mazelas emocionais, três são as áreas de atuação que interferem de forma fatal no psiquismo: narcisismo (defino como a loucura ou paranóia de que o meio não aceite a pessoa, medo extremo da perda ou abandono, camuflados num projeto egóico de pura vaidade); solidão (que já foi enfocada); e tédio (defino como uma determinada meta alcançada de sobrevivência ou ganho econômico ou busca da beleza, que não coloca o indivíduo num patamar de satisfação pessoal, pelo contrário, revela a fragilidade e miopia de seus projetos íntimos).



Outra questão popularmente associada à auto-estima diz sobre a importância de dizer um “não”, sendo que muitas pessoas têm uma extrema dificuldade de efetuarem tal coisa. O não muito mais do que um treino da auto-estima é uma ferramenta que temos de aprender a usar para que o outro não atrapalhe o desenvolvimento natural de determinado anseio ou desejo que se pretenda realizar. O quanto se pode doar ou não ao outro dará a dimensão se estamos num caminho de crescimento ou neurose. Todos já perceberam que há por parte de algumas pessoas uma espécie de solidariedade com quem não deseja crescer, ou com determinado sujeito que apesar de intensos avisos, teima em não corrigir pontos obscuros de sua personalidade. Apesar das reclamações, a pessoa insiste em trabalhar por alguém abertamente não merecedor dos esforços depositados. Na verdade esta solidariedade com pessoas neuróticas sempre foi interpretada de modo errôneo, pois se dizia que sua origem era o aparato cristão de tentar salvar o outro a qualquer custo. A realidade é que alguém que se empenha em demasia por depositar sua energia numa pessoa que não deseja responder, há muito se encontra em déficit com sua própria satisfação. Não se trata meramente de uma personalidade culposa, mas de uma projeção de uma baixa auto-estima no processo compulsivo de tentar ajudar o outro. Quanto desperdício podemos produzir também na esfera humana.



O tão antigo conceito de mente e corpo saudável está reduzido à estética e alienação social. O mais importante seria a aceitação plena de si próprio com uma tranqüilidade para mudar o que se precisa, pois a mente ou o suposto corpo saudável pode ainda dizer da comparação com um modelo vigente. O fato é que por se viver pouco, muitos requerem aplausos intermináveis para seu ego. O próprio histórico do desenvolvimento infantil dá a dimensão exata do que vem a ser a auto-estima. A psicanálise centrou todas as baterias no famoso complexo de Édipo, achando que o mais puro e genuíno esforço do ser humano seria a luta pelo afeto exclusivo de um dos genitores. Infelizmente tal tese não percebe que o conflito do Édipo nada mais é do que um treino ou etapa para algo muito mais vasto. *ALFRED ADLER sempre assinalou que por trás do conflito familiar havia o desejo de poder e controle do meio social. O embate familiar privado era a primeira dimensão para a ferrenha disputa de poder que acompanha o ser humano pelo resto de sua vida. Neste ponto me permito criticar enfaticamente a psicanálise, pois o desejo central não é a primazia da importância no núcleo familiar, mas tão somente garantir uma posição de destaque. O amor dos outros, de estranhos, a devoção de alguém desconhecido, é o gozo que habita os mais recônditos cantos de nossa alma. A fama ou imortalidade diz do difícil desafio de conseguir e aprisionar o amor alheio. O Édipo então é mera passagem para alguém que já esquematizou não apenas seu narcisismo, mas também seu desejo de manipulação do coletivo. Todos somos ditadores frustrados, e o modo como lidamos com nossa soberba é uma pista de como anda nossa auto-estima ou saúde psíquica.



A fama, poder e beleza nada mais são do que “férias” para todo tipo de conflito psicológico ou problema relacionado à auto-estima, anulando qualquer efeito negativo oriundo da personalidade do indivíduo. A busca dos elementos citados é o atalho mais simples para se comprovar uma estima claudicante. O irônico neste tema é o fato de que a pessoa que mais procura tais elementos é justamente aquela que passou sua vida lutando contra si mesma. A justa finalidade da fama ou poder seria a erradicação da timidez coletiva de expor as fraquezas pessoais, e aprendermos um certo caminho para o crescimento pessoal por parte de pessoas que não tiveram medo de se expor e registrar seu processo pessoal. Com a licença devida do leitor serei enfático ao afirmar que apenas existe uma única forma para aprender a se gostar: explorar os recursos pessoais e que estes sirvam plenamente para ambas as partes envolvidas (a pessoa e sociedade). A auto-estima é como uma orquestra sincrônica onde talento, vontade, dedicação e amor interagem harmonicamente, sendo que não há medo ou timidez de se expor nenhum dos elementos; deveríamos entoar tal cântico diariamente. A auto-estima é o orgulho próprio no sentido positivo e de quem o acompanha. Quem atinge ambas as metas poderíamos chamar de uma pessoa feliz e serena; aquele que se atém apenas no primeiro chamaria de uma pessoa segura; quem órbita somente no segundo se debaterá com os elementos da inveja.



Enfim, a pergunta final e base dos mais de cem anos da psicologia é: como provar para alguém seu potencial? Como fazer com que o outro tenha a intuição de nosso olhar sobre sua cegueira interior, e tudo o que ainda não efetivou? Seria este processo uma violência ou arbitrariedade contra a pessoa, ou sua libertação? Qual a medida ou dimensão que podemos dirigir nosso esforço em função de alguém que resiste em viver plenamente? Certamente não se trata de impor algo, até porque isto sempre se mostrou impossível. O debate crucial não seria apenas a discussão do fracasso de alguém, mas o aprisionamento deste sujeito num emaranhado de atitudes que o desagradam diariamente. Todos gostam de filosofar sobre o quanto realmente uma pessoa pode mudar, seria realmente possível? Obviamente como psicólogo fui treinado a acreditar em tal fato, mas o mais importante não é a questão da mudança em si, mas que todo o processo de transformação seja de total domínio da pessoa, isto não significa a recusa da ajuda, até porque estaria cometendo um contra senso perante minha profissão; mas ensinar a pessoa que a receptividade jamais anula o valor interno, pelo contrário, estimula todos os possíveis sentidos da percepção, sensibilidade e humanidade.
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